Sony diz que jogos digitais do PS não são "seus" e rebate ação coletiva sobre propriedade

A Sony respondeu a uma ação coletiva que questiona a propriedade de jogos comprados digitalmente afirmando que não é plausível dizer que os jogadores são realmente donos desses títulos. Em notas cobridas por veículos brasileiros em 30 e 31 de agosto de 2026, a empresa reiterou a prática já usada por várias plataformas: produtos digitais distribuídos pela PS Store são licenciados ao usuário, não vendidos como propriedade plena. A companhia também negou que sua loja engane consumidores, defendendo que os termos e a natureza da licença são transparentes.

A controvérsia ganhou força depois que o processo coletivo levou a argumentos públicos sobre direitos de acesso, revenda e permanência de jogos na conta do consumidor. Em suas defesas, relatadas pelo IGN Brasil, Tecnoblog, LeiaJá e outros sites, a Sony sustenta que a estrutura de licenciamento justifica limitações como restrições à transferência de títulos e eventual remoção de conteúdos, posições que podem influenciar decisões judiciais sobre consumo digital. O caso segue em desenvolvimento e reúne atenção por levantar questões sobre como lojas digitais — incluindo concorrentes como Xbox e Nintendo — tratam a propriedade de softwares vendidos online.
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Fonte: IGN Brasil



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